quinta-feira, abril 11, 2013

Assim.

Interesses são extremamente pessoais.
Por mais que você ache que compartilha os seus com alguém, isso vai até um determinado limite e nada pode mudar isso. Isso é ser humano. Pensar, fazer escolhas, ter consequências que fazem com que se pense em novas escolhas e que por vezes por esbarrar nas escolhas de outros.

Isso não é ruim. Na verdade isso pode ser ótimo.
Muitos amigos, companheiros, os são por isso. Porque em algum momento das nossas vidas tivemos objetivos em comum. Aprender que objetivos são cumpridos e que novos são propostos é algo presente em  nossas vidas, entender que isso faz com que pessoas diferentes sejam envolvidas e que, algumas vezes, deixem de ter um papel tão importante é que normalmente não aceitamos ou não compreendemos.

Já escrevi em algum lugar por aqui que pais e irmãos, além de alguns outros familiares não entram nessa conta. O tal laço de sangue é mesmo algo forte. Como escutei de minha madrinha essa semana "ex marido e ex mulher pode existir, ex pai ou ex mãe não".

Minha vida vem tomando novos rumos e novas escolhas devem agora ser feitas. Pela primeira vez me sita alheia a algumas discussões que normalmente eu participaria, reagiria e discutiria.
Estar do lado de fora da casa é um tanto ruim. Talvez devesse me esforçar mais para entrar nela. Mas por outro lado, talvez essa seja a dica para buscar novas formas de caminhar e chegar, enfim, a um lugar que não havia planejado.

Das muitas coisas que li, creio que Oscar Wilde está mais que correto ao dizer "Só há duas tragédias na vida: uma é não conseguir o que se quer, a outra é consegui-lo".

Uma hora é bom chegarmos a um caminho total mente novo que não escolhemos. Será sim consequência do que fizermos, mas sem escolher todos as cores da tapeçaria dessa vez.

segunda-feira, fevereiro 11, 2013

21/05/2005 - Nada a declarar

Essa achei num caderninho das antigas, em uma limpa de gavetas!! Muita coisa interessante nele! Vai lá:

Descobri que a tristeza é um estado de espírito provocado pela nossa mente na tentativa de suprir o sentimento de desilusão, após uma perda normalmente abstrata daquilo que possivelmente nunca possuímos.

A alegria, por outro lado, é o realce da vitalização aparente do jogo de hormônios, serotonina e outras tantas que teimam em estimular neurônios causando reações contraditórias em toda nossa fisiologia. E que da mesma forma é rápida, assim como a suas quebras, transformando-as em resíduos que levam a um estado de espírito provado por nossa mente na tentativa de suprir o sentimento de desilusão após uma perda normalmente abstrata daquilo que possivelmente nunca possuímos.