terça-feira, agosto 03, 2010

Qual a tua sede de viver?

Eu tenho muita. Por quê?

Quando entrei na doce aborrecência minha mãe me provou que não é não e ponto. Pelo menos pra ela. Se ela tava certa ou errada? Os dois, talvez ou provavelmente!

Depois veio a faculdade e no meio, no auge disso tudo... eu não! blábláblá...

Mestrado. Bora! Mais ou menos. Mais pra menos ou menos pra mais? Enfim, nem tanto. Vários motivos do mundo. Se você se alista no exército você segue as regras do exército. Se você escolhe a marinha algumas regras mudam. Se você não escolhe, escolhem por você.

Independência. Escolhi! Um ano? Bom ano.... junto a tal responsabilidade, pois é, já haviam inventado isso também. Novas escolhas.

Agora não é a fase das escolhas, é a fase da colheita.

E eu estou cheia de vontade de continuar provando coisas que matem minha sede, que, sim, é muita. E eu me orgulho disso. Meu pai diz "Quem para de sonhar para de construir, quem para de construir para de viver".
...Eu quero sempre ter sede de viver e nunca matá-la. Aliviá-la sim, de golinhos, com sabores as vezes doce, as vezes amargo, com ou gás ou sem, de tequila ou água mineral....

Mas sempre com o copo meio cheio, nunca meio vazio.

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